REblister

Montagem de embalagens blister
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RE)BLISTER

Embalagem blister biodegradável

O REblister desenvolve um filme biodegradável de elevada performance para embalagens blister de paracetamol e ibuprofeno, com uma meta de biodegradação de 12 meses e uma solução mais circular para o setor farmacêutico.

Foco

01

Filme biodegradável de elevada performance

Solução pensada para substituir o blister convencional sem perder desempenho.

Medicamentos

02

Paracetamol e ibuprofeno

Dois casos de uso prioritários para validar a aplicação farmacêutica.

Meta ambiental

03

Biodegradação em 12 meses

Uma alternativa circular com menor pegada ecológica e melhor fim de vida.

Síntese

Uma alternativa biodegradável para blisters farmacêuticos

O REblister propõe desenvolver e validar uma embalagem blister farmacêutica biodegradável, substituindo materiais convencionais à base de PVC, PVDC e PCTFE por soluções de origem natural com desempenho funcional compatível com medicamentos amplamente consumidos.

Objetivo central

Alternativa biodegradável aos blisters convencionais

Base material

Polímeros de origem natural e resíduos agroindustriais

Impacto esperado

Reciclagem, compostagem e menor pegada ecológica

Pontos-chave

  • Substituir materiais convencionais à base de PVC/PVDC por polímeros de origem natural.
  • Assegurar a integridade farmacocinética e farmacodinâmica dos princípios ativos.
  • Eliminar riscos de toxicidade e de interação indesejada com o medicamento.
Investigação aplicada e interdisciplinar.
Design funcional orientado à usabilidade.
Valorização científica, ambiental e económica.
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Enquadramento institucional

Parcerias

O projeto junta instituições académicas e científicas com perfis complementares em saúde, química, design e inovação. Este bloco resume o papel de cada parceiro, com espaço reservado para os respetivos logotipos e referências externas.

UMa

Universidade da Madeira

Universidade pública fundada em 1988, com missão de excelência no ensino, investigação e serviço à comunidade regional, nacional e internacional. O projeto articula-se com as suas áreas de saúde, química, materiais e formação avançada, incluindo o CQM e outras unidades de investigação.

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Logótipo da Universidade da Madeira

Design e investigação

ESAD-IDEA

Unidade de investigação da Escola Superior de Artes e Design, focada em soluções através do design e de práticas interdisciplinares. No projeto, reforça o design de produto, a comunicação científica, a prototipagem e a transferência de conhecimento.

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Logótipo da ESAD-IDEA

P.PORTO / ESMAD

Instituto Politécnico do Porto

Instituição politécnica de grande escala, com oito escolas especializadas e forte presença internacional. A ESMAD, integrada no ecossistema do P.PORTO, acrescenta experiência em design, media arts, inovação e ligação entre investigação e prática.

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Logótipo do Instituto Politécnico do Porto

Equipa

Uma equipa multidisciplinar

Ciência dos materiais, química, medicina, design e comunicação a trabalhar em conjunto para transformar o REblister numa solução de embalagem mais sustentável e transferível para o setor.

16 membros Investigação aplicada Design circular

Coordenação e investigação

Liderança científica, química analítica, valorização de resíduos e consolidação da base experimental do projeto.

3 membros

Professor auxiliar de Design de Produto na Universidade da Madeira e investigador responsável do projeto. Atua em design interdisciplinar, inovação de produto e gestão de projetos europeus com ligação entre ciência, materiais e saúde.

Professor de Química Analítica e Alimentar na Universidade da Madeira e investigador sénior no CQM. O seu trabalho centra-se em microextração verde, cromatografia avançada e valorização de resíduos agroalimentares.

Investigadora sénior no CQM, com percurso sólido em Química Analítica, validação de metodologias e abordagens OMICS. Contribui para a caracterização analítica e exploração de compostos de elevado valor.

Saúde, farmacologia e materiais

Compatibilidade fármaco-material, segurança clínica, sustentabilidade e suporte estatístico aos ensaios.

6 membros

Professora associada da Universidade da Madeira e médica especialista em Anatomia Patológica. Contribui com conhecimento sobre toxicidade, hipersensibilidade e carcinogénese.

Assistente da Universidade da Madeira, médica de Medicina Geral e Familiar e doutorada em Segurança do Doente. Contribui para a leitura clínica do projeto e para a análise de eventos adversos.

Farmacêutica com foco na compatibilidade entre materiais de embalagem e princípios ativos. Apoia a avaliação farmacológica e a segurança do sistema de acondicionamento.

Bioquímica com experiência em biomarcadores e sistemas celulares. Apoia a leitura bioquímica e a interpretação dos ensaios relacionados com o material desenvolvido.

Biólogo com vasta experiência em biodiversidade, ecologia e sustentabilidade. Contribui para a avaliação da biodegradabilidade e do impacto ambiental.

Matemático com experiência em modelação e validação estatística. Assegura rigor na análise dos dados experimentais e no controlo de qualidade dos resultados.

Design, comunicação e transferência

Conceito de design, prototipagem, comunicação científica, patenteabilidade e valorização dos resultados.

7 membros

Consultor em ciência dos materiais e engenharia de nanomateriais, reforçando a perspetiva técnica e a exploração de soluções inovadoras para o filme biodegradável.

Professor adjunto e coordenador de curso em Design de Produto. Tem experiência em design industrial, ensino e participação em projetos de inovação e sustentabilidade.

Designer e investigador em Design de Comunicação e Design Social e Inclusivo. Reforça a disseminação, a comunicação científica e a articulação entre a academia e a prática profissional.

Professor associado no Politécnico do Porto e investigador em metodologias de processo e design circular. Já participou em projetos financiados com pedidos de patente.

Docente e investigador em Design, com percurso em investigação académica, avaliação de processos e apoio à reflexão metodológica do projeto.

Responsável pela leitura de patenteabilidade, valorização dos resultados e potencial transição dos protótipos para exploração de mercado.

Contribui para a exploração dos resultados e para a ponte entre investigação, comunicação e valorização económica.

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Fases

Do arranque à transição

O projeto está organizado em fases sequenciais que passam da definição científica à formulação laboratorial, prototipagem e valorização final dos resultados.

Fase 1

M1–M36

Estado de maturidade: completo; equipa técnica e institucional já constituída, com experiência prévia em projetos similares.

Preparação e coordenação inicial

Instalação administrativa, contratação de pessoal, reuniões de arranque e validação do cronograma interno de execução.

GestãoCoordenaçãoArranque

Fase 2

M2–M6

Estado de maturidade: avançado; levantamento bibliográfico iniciado e metodologia de análise estabelecida.

Revisão técnica e definição de requisitos

Análise do estado da arte, levantamento de especificações técnicas, farmacotécnicas e de design funcional das embalagens.

Estado da arteRequisitosDesign

Fase 3

M4–M24

Estado de maturidade: em fase de preparação técnica; equipamentos e instalações laboratoriais disponíveis.

Desenvolvimento experimental e formulação

Produção laboratorial dos materiais biodegradáveis, ensaios de caracterização físico-química, biodegradabilidade, estabilidade e compatibilidade com os princípios ativos.

LaboratórioFormulaçãoCaracterização

Fase 4

M12–M30

Estado de maturidade: preparação metodológica iniciada; parcerias com unidades de design e engenharia asseguradas.

Design, prototipagem e testes de desempenho

Modelação, impressão 3D, validação funcional, estudos de usabilidade e avaliação do ciclo de vida.

PrototipagemUsabilidadeLCA

Fase 5

M18–M36

Estado de maturidade: avançado; canais de disseminação definidos e plano de comunicação elaborado.

Disseminação, proteção e valorização

Comunicação de resultados, publicações científicas, eventos técnicos, patente e preparação da transição tecnológica para mercado.

DisseminaçãoPatenteTransferência

Estado da arte

Contexto, limitações e resposta

A investigação parte do diagnóstico do problema ambiental das embalagens blister e da procura de materiais biodegradáveis com desempenho funcional compatível com o setor farmacêutico.

Situação atual

Blisters convencionais persistem durante décadas ou séculos.

As embalagens blister continuam a recorrer a PVC, PVDC e PCTFE, materiais cuja degradação pode ultrapassar mil anos e que geram resíduos difíceis de reciclar por causa da combinação entre plásticos, alumínio e adesivos técnicos.

Limitações

A reciclagem é tecnicamente difícil e pouco atrativa.

A composição heterogénea dos blisters inviabiliza a separação eficiente dos materiais e contamina lotes metálicos, tornando a reciclagem economicamente inviável para muitas entidades gestoras.

Oportunidade

Materiais biodegradáveis podem responder a este desafio.

Polímeros de origem renovável como PLA, PHA, Bio-PE, celulose e acetato de celulose mostram potencial para substituir o PVC, desde que sujeitos a engenharia avançada para assegurar barreira, resistência, estabilidade e biodegradabilidade real.

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Perguntas de partida

01

Como reduzir o impacto dos resíduos hospitalares associados às embalagens blister?

02

Que materiais de origem natural conseguem substituir os polímeros sintéticos sem comprometer o desempenho?

03

Que propriedades de barreira, inércia química e resistência mecânica são críticas para o sucesso da solução?

04

Como transformar a investigação em conhecimento útil, transferível e protegido?

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Caminho proposto

01

Revisão sistemática da literatura e levantamento do estado da arte em materiais, embalagens e farmacologia.

02

Seleção multicritério de materiais candidatos com apoio de métodos como AHP e TOPSIS.

03

Ensaios laboratoriais para otimização, caracterização físico-química, estabilidade e biodegradabilidade.

04

Desenvolvimento conceptual do design, prototipagem e validação funcional.

05

Disseminação científica, proteção intelectual e preparação para transferência de tecnologia.

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Impacto esperado

A solução deve reduzir a pegada ecológica, viabilizar compostagem e criar base para exploração industrial e proteção dos resultados.

4 resultados esperados
Redução substancial da pegada ecológica associada às instituições de saúde.
Promoção da economia circular e da compostagem de embalagens.
Publicações científicas, comunicações e pedido de proteção por patente.
Base para colaboração industrial, futura exploração e criação de valor.
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